O teatro futebolístico

            Refiro-me à Copa do mundo, um teatro, embora nem sempre tão evidente, especialmente se pensarmos que as pessoas não precisam racionalizar sua operações, precisam sentir, se emocionar. Não é isso o que dizem ao ver técnicos como Felipão e Klinsmann, Isso é que é técnico, quanta paixão pelo time. Pois então, a grande parcela da população está interessada em se emocionar e o momento do jogo é a grande apoteose, o momento em que não é preciso pensar. É tudo, 90 minutos de debilidade, ou cegueira, se quiserem. Isso porque faz tempo que os jogos deixaram de ser espetáculos e passaram a servir a interesses comerciais e, eventualmente, políticos.

            Para quem pensa que é um delírio, acompanhe alguns fatos. A partir de uma rápida pesquisa a respeito da história das copas do mundo, seu local sede e seus campeões, algumas coisas estranhas saltam aos olhos, veja que desde 1962 as copas realizadas na Europa só registram vitórias de times europeus, quando elas são realizadas fora do velho mundo, é a vez dos Americanos – Brasil e Argentina – na verdade. Seria coincidência?

Chile 1962                   –          Brasil campeão

Inglaterra 1966            –         Inglaterra campeã (claramente manipulada com ajuda do árbitro na final)

México 1970              –          Brasil campeão

Alemanha 1974           –          Alemanha campeã

Argentina 1974            –          Argentina campeã (claramente manipulada na vitória de 6×0 contra o Peru, detalhe, o goleiro adversário era argentino)

Espanha 1982              –          Itália campeã

México 1986               –          Argentina campeã (houve até gol de mão de Maradona, lembra-se?)

Itália 1990                   –          Alemanha campeã

EUA 1994                   –          Brasil campeão

França 1998                –          França campeã (claramente manipulada, na final, Ronaldo soube do esquema e decidiu não jogar, disseram que “amarelou”, lembra-se?)

Coréia/Japão 2002      –          Brasil campeão

Alemanha 2006           –          Itália campeã

            É muita coincidência… você talvez já suspeitasse de algo estranho no ar desde a Copa de 1998, mas ainda acreditava e continua acreditando nos heróis de chuteiras. Na verdade, esse último torneio também tem algumas evidências claras e outras ainda obscuras de manipulação. Vamos lá, primeiramente parece uma troca de favores Alemanha – Itália, seria o inverso da copa de 1990, depois temos jogos muito estranhos nas quartas de final, acompanhe algumas evidências e tente encontrar respostas:

  1. No jogo entre Argentina e Alemanha, estando empatados em 1×1, porque o treinador argentino decidiu retirar Riquelme, o melhor jogador? Depois os pênaltis, você se lembra dos argentinos chutando rasteiro ou no meio do gol?
  2. Entre Portugal e Inglaterra, Rooney não jogou nada e Beckham saiu no 2° tempo, por quê? Ponto para o Portugal da Nike.
  3. Brasil e França, nem é preciso questionar.
  4. Itália e Ucrania, por que a squadra azzurra goleou?

Já nas semifinais, a Itália sabendo que iria enfrentar o pior adversário, os donos da casa, resolveu apelar, uma televisão italiana filmou “sem querer” o jogador alemão Torsten Frings dando um soco em um jogador argentino em sua última partida. Ninguém tinha visto a cena, nem as câmeras oficiais, então os italianos resolveram ajudar a arbitragem, resultado: um dos melhores jogadores alemães estava eliminado do próximo jogo, adivinhe com quem? Itália. Aí ficou fácil.

Entre Portugal e França houve só uma ajudinha do juiz, que o diga Felipão.

A final então está pronta, para não parecer armação, nada melhor do que a disputa nos pênaltis, muitos ainda dizem que é uma “loteria”. Nesse jogo só há uma evidência, Zidane, que sabia de todo esquema e não podia fazer nada, perde a cabeça, não suportou a pressão, como Ronaldo na copa de 1998.

Mas porque então a Itália deveria levar a taça? Ora, porque seus clubes vivem uma verdadeira crise. Um escândalo monstruoso de compra de juízes (pra ver que existe manipulação) está levando muitos times milionários como o Juventos, a Fiorentina, o Milan (de Berlusconi), o Lazio a serem rebaixados para a 3° ou 2° divisões. Portanto eles são os maiores interessados na vitória. Que tribunal italiano vai quer punir seus heróis?

2 Responses to O teatro futebolístico

  1. angelica says:

    Interessante essa reportagem… digno de uma boa reflexão, parabens.

  2. angelica says:

    É evidente o “crime” no futebol… Mas poxa, até no futebol, ninguem merece.

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